quarta-feira, 23 de abril de 2014

 
Ainda perguntam muito o que faz um RP, e quando se fala de RP, o que vêm à cabeça das pessoas é (Discoteca)...!!!
"O que faz um profissional de Relações Públicas, afinal?

O profissional de Relações Públicas promove a marca da empresa junto aos funcionários e clientes. Pode atuar em atendimento de clientes, do cerimonial e protocolo, produzir e divulgar por meio de jornais internos ou externos as intenções das empresas, realizar eventos para promover a empresa, fazer pesquisa de opinião.
O relações públicas também atua em assessoria de imprensa, atividade que também pode ser feita por jornalistas. "

Fonte: EGuia do estudante
Publicado por: Filipa Dias

quinta-feira, 3 de abril de 2014

 
Missão Sorriso realiza 1ª Recolha de Alimentos de 2014 em ...
Diário de Notícias - Funchal-há 11 horas
Nos próximos dias 5 e 6 de abril, sábado e domingo, a Missão Sorriso, programa de responsabilidade social do Continente, vai realizar a ...

Fonte: http://www.dnoticias.pt/actualidade/madeira/439899-missao-sorriso-realiza-1%C2%AA-recolha-de-alimentos-de-2014-em-portugal-contin

Publicado por: Filipa Dias

Grupo Enolagest define programa de responsabilidade social
Formação contou com jovens utentes da Existir
Bolsas de estudo para estudantes, o apoio a jovens e crianças com necessidades especiais ou campanhas de recolha de sangue são algumas das ações que a Sociedade Enolagest, de que a empresa Garvetur é uma das fundadoras, vai desenvolver ao longo de 2014.

“Vamos aprofundar o nosso programa de responsabilidade social, em áreas como o reconhecimento de alunos de mérito, o apoio a associações de solidariedade social, designadamente o Banco Alimentar Contra a Fome e promover junto dos nossos colaboradores ações que contribuam para o bem-estar da comunidade onde nos inserimos” salientou o administrador da Garvetur, citado em comunicado pelo grupo empresarial.

Reinaldo Teixeira falava à margem de uma ação na Lavandaria Alvarsol, na zona industrial de Vilamoura, uma das empresas do Grupo Enolagest, onde os jovens puderam praticar a formação realizada pela associação Existir, direcionada para jovens com necessidades especiais.

Aprender a desenvolver tarefas de acordo com as suas capacidades, tal como a dobragem da roupa, foram realizadas pelos formandos durante o seu contacto direto com os procedimentos realizados por uma lavandaria industrial.

“Talvez um dia possam vir a ser nossos colaboradores” considerou Cristina Periquito, a colaboradora da Alvarsol que acompanhou, juntamente com Orlando López, diretor de Produção, os jovens durante a sua estadia na empresa.

Estes mostraram-se motivados perante um universo empresarial que não conheciam e se tornou estimulante devido à sua participação direta.

O Grupo Enolagest “continuará a apostar no processo educativo de jovens algarvios [do ensino superior e do ensino secundário], patrocinando bolsas de estudo a estudantes de mérito, cujas famílias enfrentem dificuldades financeiras, um programa com alguns anos, que pretendemos manter”, assegurou Reinaldo Teixeira.

Por seu lado, o Banco Alimentar Contra a Fome (BACF) tem recebido a colaboração das empresas Enolagest, designadamente através da “doação de toneladas de papel”, cuja comercialização para reciclagem reverte a favor do BACF.

Entretanto, está em marcha a realização de uma recolha voluntária de sangue entre os colaboradores do grupo de toda a região que pretendam participar.

A parceria e colaboração com diversas associações de solidariedade, desportivas e culturais em todo o Algarve, também integram a política de responsabilidade social do grupo empresarial.

Publicado por: Filipa Dias

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

"As transformações sócio-econômicas dos últimos 20 anos têm afetado profundamente o comportamento de empresas até então acostumadas à pura e exclusiva maximização do lucro. Se por um lado o setor privado tem cada vez mais lugar de destaque na criação de riqueza; por outro lado, é bem sabido que com grande poder, vem grande responsabilidade. Em função da capacidade criativa já existente, e dos recursos financeiros e humanos já disponíveis, empresas têm uma intrínseca responsabilidade social.
A idéia de responsabilidade social incorporada aos negócios é. portanto, relativamente recente. Com o surgimento de novas demandas e maior pressão por transparência nos negócios, empresas se vêem forçadas a adotar uma postura mais responsável em suas ações.
Infelizmente, muitos ainda confundem o conceito com filantropia, mas as razões por trás desse paradigma não interessam somente ao bem estar social, mas também envolvem melhor performance nos negócios e, conseqüentemente, maior lucratividade. A busca da responsabilidade social corporativa tem, grosso modo, as seguintes características:
  • É plural. Empresas não devem satisfações apenas aos seus acionistas. Muito pelo contrário. O mercado deve agora prestar contas aos funcionários, à mídia, ao governo, ao setor não-governamental e ambiental e, por fim, às comunidades com que opera. Empresas só têm a ganhar na inclusão de novos parceiros sociais em seus processos decisórios. Um diálogo mais participativo não apenas representa uma mudança de comportamento da empresa, mas também significa maior legitimidade social.
  • É distributiva. A responsabilidade social nos negócios é um conceito que se aplica a toda a cadeia produtiva. Não somente o produto final deve ser avaliado por fatores ambientais ou sociais, mas o conceito é de interesse comum e, portanto, deve ser difundido ao longo de todo e qualquer processo produtivo. Assim como consumidores, empresas também são responsáveis por seus fornecedores e devem fazer valer seus códigos de ética aos produtos e serviços usados ao longo de seus processos produtivos.
  • É sustentável. Responsabilidade social anda de mãos dadas com o conceito de desenvolvimento sustentável. Uma atitude responsável em relação ao ambiente e à sociedade, não só garante a não escassez de recursos, mas também amplia o conceito a uma escala mais ampla. O desenvolvimento sustentável não só se refere ao ambiente, mas por via do fortalecimento de parcerias duráveis, promove a imagem da empresa como um todo e por fim leva ao crescimento orientado. Uma postura sustentável é por natureza preventiva e possibilita a prevenção de riscos futuros, como impactos ambientais ou processos judiciais.
  • É transparente. A globalização traz consigo demandas por transparência. Não mais nos bastam mais os livros contábeis. Empresas são gradualmente obrigadas a divulgar sua performance social e ambiental, os impactos de suas atividades e as medidas tomadas para prevenção ou compensação de acidentes. Nesse sentido, empresas serão obrigadas a publicar relatórios anuais, onde sua performance é aferida nas mais diferentes modalidades possíveis. Muitas empresas já o fazem em caráter voluntário, mas muitos prevêem que relatórios sócio-ambientais serão compulsórios num futuro próximo.
Muito do debate sobre a responsabilidade social empresarial já foi desenvolvido mundo afora, mas o Brasil tem dado passos largos no sentido da profissionalização do setor e da busca por estratégias de inclusão social através do setor privado.
Foi com esse intuito que o portal RESPONSABILIDADESOCIAL.COM foi criado: com a missão de contribuir para um Brasil socialmente mais justo por meio da troca de experiências e novas tecnologias sociais. Entre em contato conosco com suas dúvidas e sugestões: responsabilidade@responsabilidadesocial.com.
 
Responsabilidade social.com 30 de Setembro 2013

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

A responsabilidade social como um fim e não um meio
EFR
06/12/12, 01:00

  A responsabilidade social, em termos gerais, está mais do que nunca na ordem do dia. Atualmente, são poucas as empresas, já de alguma dimensão, que não possuem um plano consistente e estruturado de ações sociais a diversos níveis.

    Por Oscar Herencia *

Independentemente do setor de atividade em que determinada companhia opera, este tipo de política é hoje considerada essencial. A eterna questão que se coloca é: benéfico para a imagem ou bom para a sociedade? Julgo que não há uma resposta certa e definitiva. Na verdade, este tipo de iniciativas deixaram de ser apenas ações pontuais e passaram a ser, cada vez mais, uma prática permanente das empresas.

Prática que confere, indiretamente, uma imagem positiva à empresa mas que, em primeira instância, atua diretamente na motivação dos colaboradores por sentirem que fazem parte de uma instituição preocupada com o bem-estar da envolvente em que está inserida. No contexto económico em que nos encontramos, a importância destas ações é ainda mais essencial.

A conjuntura financeira em que nos encontramos atualmente terá contribuído ainda mais para que este tipo de ações assuma um espaço alargado dentro das empresas, sendo os programas de voluntariado, muitas vezes, incluídos nas próprias estratégias de negócio.
Estas ações não são apenas direcionadas para comunidades, associações ou instituições externas, que sofram algum tipo de carência, mas cada vez mais e também para os próprios colaboradores internos da companhia. Numa era em que nem sempre é possível motivar as pessoas através da política salarial ou tipo de incentivos, fomentar o sentimento de pertença aos valores da empresa através de outro tipo de medidas assume uma importância capital.

Essas iniciativas assentam muitas vezes nos colaboradores da empresa, através de ações de "teambuilding", recolha de bens essenciais, entre outras; mas também nas respetivas famílias dos funcionários que cada vez mais são convidados a experienciar a cultura institucional e o ambiente de trabalho das respetivas empresas.
De acordo com alguns especialistas, este tipo de práticas, para além de estimular o sentido de responsabilidade de toda a estrutura da empresa, melhoram também o ambiente profissional e reforçam o trabalho em equipa. Inclusivamente, estudos têm demonstrado que estas ações atuam mesmo ao nível da produtividade.

Naturalmente, deve haver uma preocupação com a coerência que determinada ação assume na própria estratégia da companhia. Os valores e a filosofia corporativa que balizam a estratégia de negócio devem assim ser naturalmente replicados nas ações de responsabilidade social da companhia. No nosso caso específico, a "Fundação MetLife" criada em 1976 e com a sua actividade relacionada com a Educação, Saúde, e Sociedade Civil, dá ao nosso ADN corporativo um incontornável foco neste tipo de acções de cariz social. Na MetLife Ibéria, acreditando convictamente na importância destas ações para a sociedade que nos rodeia, continuaremos a implementar várias destas iniciativas, a mais recente, numa ação de apoio contra a Leucemia Infantil.

Se há alguns anos a responsabilidade social era encarada pelo tecido empresarial como uma área acessória, na qual era preciso apenas investir se os resultados financeiros da companhia fossem suficientemente fortes para o justificar, hoje em dia a mesma faz parte integrante da estratégia e influencia inclusivamente o plano de investimentos e alocação de recursos.
Só um plano estruturado e continuado permitirá à companhia prestar apoio às comunidades que a envolvem, mas também impactar e envolver os seus colaboradores de uma forma transversal. A responsabilidade social empresarial deve ser um fim, e não um meio.

* General Manager da MetLife Ibéria
Oje, Jornal Económico 28/9/2013
Existem diversas definições de responsabilidade social empresarial (RSE). De acordo com a Comissão Europeia, este é um conceito segundo o qual as empresas decidem, voluntariamente, contribuir para uma sociedade mais justa e para um ambiente mais limpo. As ações de RSE podem ser ao nível da solidariedade social, direitos humanos, saúde, alimentação, ambiente, economia social, educação, cultura e formação. As empresas utilizam assim os seus recursos para contribuir de forma positiva na comunidade onde se inserem, por exemplo, apoiando instituições de solidariedade e projetos.


A responsabilidade social de uma empresa melhora a sua comunicação com os cidadãos e este investimento resulta num fortalecimento da credibilidade e competitividade das empresas.


Cada vez mais empresas investem na ética e na responsabilidade social como uma forma de melhor definirem a sua missão empresarial e de contribuírem para a sociedade, ajudando o Governo nas suas funções sociais.

Record, Janeiro 2013

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Iluminação da Barragem de Itaipu adere ao Outubro Rosa A Iluminação da Barragem, uma das principais atrações turísticas de Itaipu, também vai aderir ao Outubro Rosa. Durante o mês que vem, os condutos forçados refletirão, durante o espetáculo, a cor da Campanha da Luta contra o Câncer de Mama. A adesão da Iluminação da Barragem à campanha, que acontece em todo o mundo, é uma iniciativa da Itaipu Binacional, integrando Brasil e Paraguai, Fundação Cultural e as secretarias de Ação Social e de Educação de Foz do Iguaçu, entre outros parceiros. A ideia é chamar a atenção da população e turistas sobre o problema. Essa será a primeira vez que a atração será iluminada de rosa, mas a empresa já participa ativamente da campanha contra o câncer de mama de outras formas. No mundo inteiro, ícones da arquitetura, como a Torre Eiffel, em Paris, e o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, também aderiram ao Outubro Rosa. A iniciativa tem o apoio da Assessoria de Comunicação Social da Itaipu (CS.GB), responsável pela administração do atrativo. A Iluminação Rosa, ainda sem data definida, por questões técnicas, marcará também a abertura oficial da campanha em Foz do Iguaçu sobre o tema. O ato simbólico vai contar com participação de representantes dos nove municípios atendidos pela 9ª Regional de Saúde, entre outros. A ministra da mulher do Paraguai, Ana Maria Baiardi confirmou participação no evento. A ministra esteve recentemente na Itaipu e ficou impressionada com a política de equidade de gênero implantada na empresa. Programação A programação da campanha inclui ainda uma série de palestras e de outras atividades alusivas. A adesão da Iluminação de Itaipu ao outubro rosa foi confirmada pelo assistente do diretor-geral brasileiro da Itaipu, Joel de Lima, durante uma reunião, na quinta-feira (19), na sede do Provopar, em Foz do Iguaçu. Segundo Joel, com a adesão do atrativo de Itaipu ao Outubro Rosa, o que se espera é reforçar as ações de conscientização sobre o câncer de mama, uma doença que afeta homens e mulheres em todo o mundo. “Como a usina é uma atração internacional, visitada por turistas de todo o planeta, a iluminação da hidrelétrica será simbólica e vai ajudar a reforçar a importância da prevenção”, disse Joel de Lima. A secretária de Ação Social, Cláudia Pereira, agradeceu o apoio de Itaipu. Jantar Rosa e Mamóvel Entre outras atividades previstas para marcar a campanha em Foz do Iguaçu está a 5ª edição do Jantar Rosa, marcada para o dia 18 de outubro, no Hotel Golden Tulip. O evento, que virou uma tradição no calendário da cidade, é aguardado com bastante expectativa. Toda a verba arrecada com a venda dos ingressos e das camisetas alusivas à campanha será destinada para a compra de uma unidade móvel de mamografia, a primeira do Paraná. Segundo dados da Secretaria de Ação Social, menos da metade das mulheres que agendam a mamografia comparecem para fazer o exame. Com o mamóvel, pretende-se aumentar esse número, já que a unidade será itinerante. Números A cada ano, pelo menos 60 mil mulheres são diagnosticadas com câncer de mama no mundo. Hoje, segundo o relatório mundial, 1,6 milhão de mulheres sofrem com a doença, o dobro do número registrado em 1980. Embora em menor escala, os homens também são vítimas da doença. Estima-se que o câncer de mama atinja um homem a cada 100 mulheres. No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer, mais de 500 homens morreram no período de 1996 a 2002 vítimas desse tipo de câncer. Nos Estados Unidos, a mortalidade chega a 400 casos por ano, e segundo um estudo publicado na revista norte-americana Cancer, a incidência naquele país aumentou 25% nos últimos 25 anos. Itaipu, 20/09/2013