terça-feira, 17 de abril de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Banco Alimentar realiza campanha de recolha de papel
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Câmara de Santiago do Cacém distribui folares por instituições do concelho
Ver video da SIC Noticias
02.04.2012 15:02
Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/vida/article1465936.ece
segunda-feira, 26 de março de 2012
9ª Corrida de Solidariedade ISCPCI / APAV Dia 1 de Abril de 2012 - Alcântara /Belém
» Obrigado pela sua participação! «
Sejam bem-vindos à Corrida ISCPSI-APAV
Desde 2004, de forma ininterrupta, em parceria com a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, temos vindo a organizar esta prova de atletismo, já de referência nacional, à qual está associada uma caminhada que denominamos de marcha das famílias. Este ano, pelas ruas da cidade de Lisboa, terá lugar a 9ª edição da Corrida, sob o lema Correr para Ajudar.
É com natural regozijo, enquanto diretor do ISCPSI, que assisto à disponibilidade e capacidade organizativa dos nossos cadetes-alunos e futuros oficiais da Polícia de Segurança Pública, apoiados pelos oficiais do Corpo de Alunos deste Instituto, para a realização de uma ação solidária de tanta visibilidade e importância social, à qual se têm vindo a associar atletas de renome e cidadãos anónimos que, ano após ano, se juntam a esta iniciativa conjunta.
Trata-se de um evento desportivo, que permite trazer as pessoas para a salutar prática desportiva, ao mesmo tempo que mostrarmos como duas instituições, com fins complementares de apoio social, a grupos sociais vulneráveis, num clima sempre festivo, dão corpo à sua responsabilidade social. A crescente adesão de atletas e patrocinadores e as palavras de apoio de vários sectores da sociedade, incentivam-nos e mostram-nos que estamos a trilhar um bom caminho.
Venha connosco Correr para Apoiar!
Saudações,
O Director do ISCPSI, Pedro José Lopes Clemente, Superintendente
--------------------------------------------------------------------------------
Neste ano de 2012 vamos realizar a 9ª edição da Corrida de Solidariedade ISCPSI/APAV e Marcha das Famílias.
A cada ano que passa esta iniciativa confirma-se como um sucesso cada vez maior, não só pelo crescente número de participantes, bem como pelo contínuo aumento do número de empresas e entidades que se associam com o seu apoio e patrocínio.
Esta Corrida de Solidariedade assenta numa parceria de sucesso da APAV com o ISCPSI, fruto do empenho pelos responsáveis do Instituto, bem como do entusiasmo com que os cadetes-alunos se aplicam nesta iniciativa.
Além de cumprir os objectivos de aproximação da PSP e do ISCPSI à comunidade e o incentivo dos cidadãos para a prática desportiva, esta iniciativa tem uma meritória vertente solidária.
Esta vertente de angariação de fundos, em que o valor da inscrição reverte para a APAV, resulta num importante contributo para a continuação da nossa missão social de apoio à vítima de crime.
Convidámo-lo a participar neste evento, uma grande festa desportiva para a toda a família e para todas as famílias.
Venha correr para apoiar!
Presidente da APAV, Joana Marques Vidal
Para mais informação clique: aqui
Fonte:
http://www.corrida-iscpsi-apav.net/index.php
sábado, 24 de março de 2012
Milhares de voluntários participam na iniciativa Limpar Portugal
Para informação mais detalhada e video clique aqui:http://sicnoticias.sapo.pt/pais/article1431444.ece
Fonte:sicnoticias.sapo.pt/pais/article1431444.ece
quarta-feira, 21 de março de 2012
Site"My Social Project"permite encontrar voluntários
Para mais informação clique aqui:
Fonte:http://sicnoticias.sapo.pt/vida/article1417666.ece, 21.03.2012 21:55
segunda-feira, 19 de março de 2012
Envelhecimento ativo: Governo lança em março plano nacional de voluntariado
«A lei atual do voluntariado não contempla de forma específica algo que hoje é absolutamente fundamental, a responsabilidade social empresarial», adiantou Pedro Mota Soares aos jornalistas à margem da cerimónia de abertura do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações, que decorreu hoje em Lisboa.
O ministro sublinhou a necessidade do reconhecimento da responsabilidade social das empresas mas também da importância de o «Estado dar o exemplo».
Diário Digital / Lusa
Para mais informação clique aqui:
Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=560884
EDP, PT e Sonae distinguidas entre as empresas mais éticas do mundo pelo Instituto Ethisphere
Na edição deste ano, a Sonae foi reconhecida, pelo segundo ano cosecutivo, como uma das "Empresas mais éticas do mundo".
De acordo com um comunicado do grupo liderado por Paulo Azevedo, a Sonae foi "a primeira empresa portuguesa a receber a distinção", no ano passado, entre milhares de candidatas a nível mundial, pela aplicação "de práticas de negócio transparentes e de iniciativas com benefício para a comunidade, elevando a fasquia de padrões éticos junto de todos os seus 'stakeholders'".
A Sonae foi uma das seis empresas distinguidas no segmento de retalho alimentar, a par das norte-americanas Wegmans, Whole Foods Market e Safeway, da britânica The Co-operative Group e da finlandesa Kesko.
"A cultura da Sone incorpora, desde o seu nascimento, princípios éticos de desenvolvimento sustentável. Esta distinção encoraja-nos a continuar o nosso caminho na promoção do bem-estar social e no desenvolvimento das comunidades onde operamos, bem como na implementação de práticas transparentes de negócio e governação", considera Paulo Azevedo, citado no comunicado.
Também a PT foi distinguida este ano, considerando ser este "mais um reconhecimento que distingue as melhores práticas da operadora ao nível da ética".
No segmento serviços de telecomunicações, além da PT, foram distinguidas a SingTel (Singapura) e norte-americana T-Mobile USA.
"Ao entrar num dos 'rankings' mais importantes do mundo no que concerne ao reconhecimento das melhores práticas de ética, a Portugal Telecom é mais uma vez distinguida internacionalmente pelo seu posicionamento ético e consequentemente pela sua estratégia de sustentabilidade".
Já no segmento da eletricidade, a EDP - Energias de Portugal foi uma das três empresas distinguidas. As outras duas foram a ENMAX Corporation (Canadá) e National Grid (consórcio britânico e norte-americano).
Para a EDP, esta "distinção mundial reconhece o compromisso do grupo EDP nas boas práticas da responsabilidade corporativa que são o alicerce do comportamento sustentável da companhia".
"O posicionamento da EDP assenta na total transparência na fixação de objetivos, na comunicação com os seus 'stakeholders' e na adoção de valores, dos quais não abdicamos. É uma verdadeira questão de consistência", segundo o presidente executivo da elétrica, António Mexia, citado no comunicado.
De acordo com a Ethisphere, este ano um recorde de 145 empresas integraram a lista, de 36 setores de atividade, envolvendo 100 países e com 43 das entidades distinguidas com sede fora dos Estados Unidos.
Na sexta edição do estudo, o eBay foi a única entidade a ser distinguida como a "Empresa mais ética do mundo" no segmento comércio eletrónico, enquanto na área de resseguros, a Swiss Re foi a empresa eleita.
Lusa
Sic noticias 15/3/2012
domingo, 18 de março de 2012
Cinco tendências em Responsabilidade Social para 2012
Para 2012, e pelo sexto ano consecutivo, o painel elegeu cinco grandes áreas, as quais devem ser levadas seriamente em conta pelas empresas. O OJE Mais Responsável resume as tendências identificadas.
Segundo os especialistas, existem evidências claras de que a confiança nas marcas, empresas e setores no geral está em declínio. Todavia, esta queda poderá propiciar uma maior vantagem competitiva para as empresas que se preocupam em construir verdadeiras relações de confiança com os seus consumidores e demais stakeholders. Dando o exemplo de Steve Jobs, como prova de um líder carismático que ajudou a construir uma marca de confiança, os especialistas afirmam igualmente que as dez marcas que maiores índices de confiança têm nos EUA ilustram que esta é passível de ser atingida através de programas de RSC que estejam integrados em todo o negócio.
Existe, atualmente, um enorme ceticismo sobre a capacidade e vontade dos governos de abordarem, com seriedade, os principais desafios da sustentabilidade, como pode ser provado pelos protestos que temos vindo a assistir devido à crise na Zona Euro e por inquéritos de opinião que os acusam de não gerar empregos, crescimento e não colocarem um travão às alterações climáticas. Mais ainda, são poucas as ilusões no que respeita a uma mudança efetiva de comportamentos que, idealmente, poderia resultar do evento Rio+20 ou Cimeira da Terra 2012.
A extensão da crise financeira e dos seus impactos sociais deu origem a uma nova ênfase na responsabilidade financeira e governamental e a um debate crescente sobre o denominado capitalismo responsável ou sustentável. Apesar de o debate estar em curso, e de cobrir variadas temáticas, a necessidade de repensar os mercados financeiros e a ligação existente entre as remunerações dos executivos e a sua performance constituem os temas mais "quentes" da atualidade.
A questão do "reporting" tem sofrido também vários desenvolvimentos positivos: a norma ISO 2600; o crescente interesse relativo aos relatórios integrados: o desenvolvimento do GRI4 (a nova geração de orientações da Global Reporting Initiative) e a exigência da UE de um conceito mais alargado de RSC, a par de relatórios com maior ênfase social e ambiental na sua estratégia de RSC para o período 2011-2014. O número de empresas a divulgarem relatórios está a crescer significativamente: de acordo com uma pesquisa da KPMG, cerca de 95% das 250 maiores empresas mundiais divulgam a sua performance em sustentabilidade, face a 80% em 2008.
Depois do papel de destaque que os meios de cominicação social tiveram nas revoltas populares, tanto na Primavera Árabe como nos países mais afetados da Zona Euro, o poder destes está igualmente patente no valor que imprimem em muitas empresas que estão a construir bons relacionamentos com os seus consumidores. A combinação de uma sociedade civil mais envolvida com o dinamismo dos média e com as críticas populares parece constituir uma das melhores formas para manter as empresas alerta e recetivas às tendências e exigências sociais em profunda mutação.
14/02/12, 15:52
OJE
Cisco considerada a melhor empresa para trabalhar - Economia - Notícias - RTP
Pedro Pereira Moreira / Tiago Passos Mota / Carlos Oliveira 17 Mar, 2012, 20:48 / atualizado em 17 Mar, 2012, 20:48
Este ano o prémio de melhor empresa para trabalhar em Portugal foi entregue à Cisco. A líder mundial em redes informáticas venceu por pensar primeiro no bem estar dos trabalhadores.
Cisco considerada a melhor empresa para trabalhar - Economia - Notícias - RTP
quarta-feira, 14 de março de 2012
Portugal é 'bom aluno' na responsabilidade social
por:
Márcio Alves Candoso 21 Março 2006
Portugal está a "acompanhar o barco" no que diz respeito ao número de empresas que têm na agenda questões de sustentabilidade e responsabilidade social.
Ao nível das grandes empresas "o número é já impressionante", diz Nathalie Ballan, sócia-gerente da Sair da Casca, empresa pioneira em Portugal em consultoria de responsabilidade social. No Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável, são já 76 as empresas inscritas, mas na próxima assembleia geral, segundo Luís Rochartre, seu secretário-geral, estima-se a entrada de mais seis.
"Portugal é das filiais mais activas" do World Business Council of Sustainable Development (WBCSD), afirma Nathalie Ballan. "É um país pequeno, as pessoas conhecem-se, é fácil partilhar conceitos e valores", refere. Mas só recentemente o País parece ter acordado para as práticas de sustentabilidade e de responsabilidade social. A perspectiva de marketing que lhe está associada, aliás, se à partida poderá parecer uma perversão do próprio conceito, ajuda muito, no entanto, a que ele frutifique. A ideia de que "o capitalismo deve paga tributo à virtude", que serviu de refrão a uma recente conferência mundial do The Economist sobre este assunto, diz tudo sobre de que é que se trata quando se trata de responsabilidade social das empresas.
Segundo Nathalie Ballan, "há uma tendência irritante de associar os males do Mundo às empresas". "Há uma confusão de registo, encorajada pelos movimentos anti-globalização", explica. A consultora sustenta que a "responsabilidade social é o modo inteligente de fazer a gestão desse risco". Desmistificando a razão de ser da responsabilidade social, a consultora refere que a empresa "não é o Pai e a Mãe do trabalhador, não é da sua responsabilidade a vida quotidiana dos seus colaboradores". "Mas pode facilitar", acrescenta.
Segundo a mesma fonte, a responsabilidade social "só faz sentido conectada com o empenhamento no desenvolvimento sustentável". "Não é uma coisa isolada." Do outro lado da moeda, Nathalie Ballan não descarta o "perigo de que a responsabilidade social seja encarada como uma moda". "Trata-se de um movimento que veio para durar", diz. Até porque já há muitas empresas que, de diversas formas, a praticam, mas não tinham, até há pouco tempo, noção disso. "Agora começa a haver sistematização da abordagem e uma reflexão mais integrada", refere. "Uma parte actual da oferta tem que ver com caridade e solidariedade, mas a responsabilidade social não é apenas isso." "A visibilidade momentânea não é o objectivo", sustenta.
Fonte:
Diário de Notícias 2005
http://www.dn.pt/inicio/interior.aspx?content_id=637679